segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Piauí

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Estado do Piauí
Bandeira do Piauí, onde a baixo da estrela está escrito a data da Batalha do Jenipapo
Brasão do Piauí
(Bandeira) (Brasão)
Lema: Impavidum Ferient Ruinae
(As dificuldades não me amedrontam)
Hino: Hino do Piauí
Gentílico: piauiense

Localização do Piauí no Brasil

Localização
- Região Nordeste
- Estados limítrofes Tocantins, Maranhão, Bahia, Ceará e Pernambuco
- Mesorregiões 4
- Microrregiões 15
- Municípios 224
Capital Teresina
Governo 2011 a 2015
- Governador(a) Wilson Nunes Martins (PSB)
- Vice-governador(a) Antônio José de Moraes Souza Filho (PMDB)
- Deputados federais 10
- Deputados estaduais 30
- Senadores Ciro Nogueira Lima Filho (PP)
João Vicente Claudino (PTB)
José Wellington Barroso de Araújo Dias (PT)
Área
- Total 251 529,186 km² (11º) [1]
População 2010
- Estimativa 3 119 015 hab. (17º)[2]
- Densidade 12,4 hab./km² (18º)
Economia 2006
- PIB R$16.761.000.000 (23º)
- PIB per capita R$5.373 (27º)
Indicadores 2008[3]
- Esper. de vida 69,3 anos (24º)
- Mort. infantil 27,2‰ nasc. (18º)
- Analfabetismo 24,3% (26º)
- IDH (2005) 0,703 (25º) – médio[4]
Fuso horário UTC-3
Clima tropical ()
Cód. ISO 3166-2 BR-PI
Site governamental www.pi.gov.br

Mapa do Piauí

O Piauí é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado a noroeste da região Nordeste e tem como limites o oceano Atlântico (N), Ceará e Pernambuco (L), Bahia (S e SE), Tocantins (SO) e Maranhão (O e NO). Ocupa uma área de 251 529 km²[5] (pouco maior que o Reino Unido) e tem 3 032 421 habitantes. Sua capital é a cidade de Teresina.

As cidades mais populosas são Teresina (802 537 hab), Parnaíba (146 059 hab), Picos (73 021 hab), Piripiri (62 107 hab), Floriano (57 968 hab), Campo Maior (46 068 hab), Barras (44 913 hab), União (43 135 hab), Altos (39 735 hab) e Pedro II (37 850). O relevo é moderado e a topografia regular, com mais de 53% abaixo dos trezentos metros. Parnaíba, Poti, Canindé, Piauí e Gurguéia são os rios principais.

O topônimo "Piauí" veio da língua tupi, na qual significa "água de piaba"[6].

Índice

[esconder]

[editar] História

[editar] Pré-História

Pintura rupestre símbolo do Parque Nacional da Serra da Capivara.

No Piauí, há vestígios da presença do homem americano que datam até 50 000 anos. Estes estão presentes no Parque Nacional da Serra da Capivara, na Serra das Confusões e em Sete Cidades. O Parque Nacional da Serra da Capivara é, sem dúvida, o mais importante. Lá, foram encontrados a cerâmica mais velha das Américas, um bloco de tinta de 10 000 anos, fósseis humanos e animais, pinturas rupestres e outros artefatos antigos.

A Serra da Capivara foi descoberta por caçadores nas proximidades da cidade-sede: São Raimundo Nonato, os quais, sem saber de que se tratavam as pinturas rupestres, chamaram o prefeito que, surpreso, tirou fotos. Seis anos depois, em uma conferência em São Paulo, o mesmo prefeito, coincidentemente encontrou Niède Guidon. Ele mostrou as fotos à pesquisadora, que tanto se interessou, o que levou a se mudar para a Serra, onde ainda reside, fazendo pesquisas.

[editar] Economia do Piauí antes da Independência

Antes da independência do Piauí de Portugal, a sua economia se baseava na criação de gado, no cultivo do algodão, que era considerado o melhor do brasil, na cana-de-açúcar, no fumo, entre outros.

[editar] Independência de Portugal

Monumento do Jenipapo, símbolo de bravura do povo piauiense. Lá, ocorreu uma das principais guerras em prol da Independência do Brasil.

Com a independência do Brasil em 7 de setembro de 1822, algumas províncias continuaram como colônias portuguesas, dentre elas, o Piauí.

Com medo de perder a província do Piauí, a coroa portuguesa mandou a Oeiras, que era a capital da província, o brigadeiro João José da Cunha Fidié, que comandava uma tropa militar, a fim de manter o Piauí como colônia portuguesa. Em 19 de outubro de 1822, a Câmara Provincial de Parnaíba declarou a independência de Parnaíba. Para conter os revoltosos, Fidié e sua tropa militar foram a Parnaíba, onde ficaram por quase dois meses e depois voltaram a Oeiras.

Na volta para a capital, ao passar por Piracuruca, viram que a cidade estava deserta. Isso serviu de sinal para o que aconteceu mais adiante: em Campo Maior, nas proximidades do Riacho do Jenipapo, houve um confronto entre portugueses e piauienses, onde os portugueses possuíam armas avançadas, munição e alimento garantido, mas os piauienses tinham apenas equipamentos rudimentares.

Essa batalha foi chamada de Batalha do Jenipapo. Com o fim desta, os piauienses que sobreviveram roubaram toda a munição e alimento dos portugueses que, desesperados, foram para União e, de lá para Caxias, no Maranhão, onde foram presos por Manoel de Sousa Martins. Fidié ficou preso em Oeiras por três meses. De lá, foi mandado ao Rio de Janeiro e, depois, a Lisboa.

[editar] Colonização

Imagem de 1758 de Oeiras, primeira capital do estado.

No começo do século XVII, fazendeiros da região do rio São Francisco procuravam expandir suas criações de gado. Os vaqueiros, vindos principalmente da Bahia, chegaram procurando pastos e passaram a ocupar as terras ao lado do rio Gurgueia. Em 1718, o território, até então sob a jurisdição da Bahia, passou para a do Maranhão. O capitão Domingos Afonso Mafrense, ou capitão Domingos Sertão, como era conhecido, foi um dos sesmeiros que ocuparam essas terras; possuía trinta fazendas de gado e foi o mais alto colonizador da região, doando suas fazendas - após sua morte - aos padres jesuítas da Companhia de Jesus.

A contribuição dos padres jesuítas foi decisiva, principalmente no desenvolvimento da pecuária, que, em meados do século XVIII, atingiu seu auge. A região Nordeste, o Maranhão e as províncias do sul eram abastecidas pelos rebanhos originários do Piauí até a expulsão dos jesuítas (período pombalino), quando as fazendas foram incorporadas à Coroa e entraram em declínio. Quanto à colonização, esta se deu do interior para o litoral.

Em 1811, o Piauí tornou-se uma capitania independente. Após a independência do Brasil em 1822, algumas províncias continuaram sobre o poder de Portugal (entre essas, o Piauí). Portugal, com medo de perder essa província, mandou, de Oeiras à cidade de Parnaíba, tropas portuguesas; o grupo recebeu adesões, mas acabou derrotado em 1823, por ocasião da Batalha do Jenipapo, onde piauienses lutaram contra os portugueses com armas brancas em Campo Maior. A tropa de Fidié, capitão da tropa portuguesa, saiu enfraquecida e este acabou por ser preso em Caxias, no Maranhão. Alguns anos depois, movimentos revoltosos, como a Confederação do Equador e a Balaiada, atingiram também o Piauí.

Em 1852, a capital foi transferida de Oeiras para Teresina, tendo início um período de crescimento econômico. A partir da proclamação da república brasileira (1889), o estado apresentou tranquilidade no terreno político, mas grandes dificuldades na área econômico-social.

A cidade de Floriano recebeu, a partir de 1889 um influxo migratório da Síria que durou mais de cem anos, de modo que essa etnia se faz assaz presente naquela cidade.

Em 1880, em troca do município de Crateús, a então Província do Ceará cedeu ao Piauí a cidade de Parnaíba, possibilitando ao estado a tão almejada saída para o mar.

[editar] A transferência da capital

A ideia da transferência da capital do Piauí de Oeiras remonta aos períodos coloniais. Já no século XVIII, quando a capitania do Piauí adquiriu a sua independência do Maranhão, Fernando Antônio de Noronha, então governador da capitania do Piauí, propôs ao rei de Portugal a transferência da capital, alegando que Oeiras era uma terra seca e estéril, imprópria para a agricultura e de difícil comunicação com as outras partes da colônia.

Durante anos, sempre foram citadas as povoações de Parnaíba, vila ao litoral de intenso comércio e a vila do Poti, às margens do rio Parnaíba, que convivia problemas com as cheias dos rios, mas que, por localizar-se no interior, poderia integrar o estado através da navegação pelo rio Parnaíba.

No governo de José Idelfonso de Sousa Ramos, foi votada e sancionada a lei nº174, de 27 de agosto de 1844, que autorizava a mudança da capital, não para a vila de Parnaíba ou para a vila do Poti, localidades sempre lembradas, mas para a margem do rio Parnaíba na foz do rio Mulato, devendo a nova cidade receber o nome de Regeneração.

Teresina foi a primeira capital planejada do Brasil.[7]

Quando, em 23 de julho de 1850, José Antônio Saraiva, fundador de Teresina, fora nomeado governador da Província do Piauí, o assunto da transferência da capital estava em plena efervescência. Logo após assumir, Saraiva recebeu uma delegação das vilas de Parnaíba, Piracuruca e Campo Maior com um grande número de assinaturas reivindicando a mudança da capital para Parnaíba.

Diante dessa situação, o novo governador procurou estudar o assunto com profundidade. Nas suas pesquisas, constatou que muitas eram as sugestões para se edificar uma nova capital às margens do rio Parnaíba.

Em manobra audaciosa, Antônio Saraiva, em 1852, decidiu pela transferência para a vila do Poti com a condição de que uma nova sede fosse construída em local a salvo das enchentes que assolavam a vila. Graças ao empenho da população local, o projeto pôde se concretizar e, em 16 de agosto de 1852, foi instituída a nova capital da Província do Piauí, com o nome de Teresina em homenagem à imperatriz Teresa Cristina de Bourbon. Rapidamente, todo o império foi informado da nova capital.

Uma das curiosidades que envolvem a transferência da capital é que, além da mudança de cidade, havia o projeto de navegabilidade do rio Parnaíba, em que buscava-se dinamizar a economia do estado, que ainda encontrava-se em sistema semelhante ao feudal. Outro ponto que merece destaque é que a capital só começou a se desenvolver quando, no Piauí, começou a se desenvolver o extrativismo, principalmente do babaçu e da carnaúba.

[editar] A Coluna Prestes no Piauí

Foi em 1926 a passagem pelo Piauí do movimento político-militar de origem tenentista chamado Coluna Prestes. A Coluna foi uma marcha pelo interior do Brasil em defesa de reformas políticas e sociais e contra a conjuntura desigual da República Velha. Cerca de 1 200 homens, chefiados por Juarez Távora, Miguel Costa e Luís Carlos Prestes, percorreram, durante 29 meses, 25 000 quilômetros nos estados de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia. Ao final de 1926, com mais da metade dos combatentes atacados pelo cólera e sem poder continuar a luta, a Coluna procurou asilo na Bolívia.

A invencibilidade da Coluna Prestes contribuiu para o prestígio político do tenentismo e reforçou as críticas às oligarquias. Sua atuação ajudou a abalar os alicerces da República Velha, a preparar a Revolução de 1930 e a afirmar a liderança nacional de Luís Carlos Prestes.

A Coluna Prestes esteve presente duas vezes no estado, sendo recepcionada de diferentes maneiras. Em Floriano, o movimento foi recebido com festa pelos comerciantes descendentes de árabes e com pavor pela população local. Segundos relatos, a cidade praticamente ficou deserta e houve saques inclusive aos cofres da prefeitura.

Na capital, Teresina, a passagem da Coluna Prestes deixou rastro de pavor e o pânico tomou conta da população. Segundo historiadores, o então governador tentou, sem sucesso, impedir a entrada na capital através da construção de um canal ligando os rios Poti e Parnaíba. Dentre os fatos mais importantes da passagem do movimento pela capital, vale destacar a prisão de Juarez Távora.

[editar] Geografia

[editar] Relevo

O relevo piauiense abrange planícies litorâneas e aluvionares, nas faixas das margens do rio Parnaíba e de seus afluentes, que permeiam a parte central e norte do estado. Ao longo das fronteiras com o Ceará, Pernambuco e Bahia, nas chapadas de Ibiapaba e do Araripe, a leste e da Tabatinga e Mangabeira, ao sul, encontram-se as maiores altitudes da região, situadas em torno de novecentos metros de altitude. Entre essas zonas elevadas e o curso dos rios que permeiam o estado, como, por exemplo, o Gurgueia, o Fidalgo, o Uruçuí Preto e o Parnaíba, encontram-se formações tabulares, contornadas por escarpas íngremes, resultantes da áreas erosivas das águas.

[editar] Hidrografia

Enquanto os estados do Nordeste oriental contam com apenas um rio perene, o rio São Francisco, com aproximadamente 1 800 quilômetros dentro de seus territórios, o Piauí conta com o rio Parnaíba e com alguns de seus afluentes, entre eles o Uruçuí Preto e o Gurgueia, que, somando-se seus cursos permanentes, ultrapassam 2 600 km de extensão. O estado conta ainda com lagoas de notável expressão, tais como a de Parnaguá, a Buriti e a Cajueiro, que vêm sendo aproveitadas em projetos de irrigação e abastecimento de água na região.

A perenidade dos rios piauienses, entretanto, encontra-se ameaçada. Os rios sofrem intenso processo de assoreamento, sempre crescente, em decorrência do desmatamento acentuado que ocorre no estado, principalmente nas nascentes e nas margens dos rios. O estado encontra-se com 82,5% de seu território dentro do polígono das secas, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).[8]

[editar] Vegetação

Predominam quatro classes vegetacionais: caatinga, cerrado, mata de cocais e floresta.

  • Caatinga: tem sua ocorrência em ambientes de clima tropical semiárido. Os vegetais da caatinga apresentam adaptações a esse ambiente. Têm folhas grossas e pequenas, muitas delas com forma de espinhos, que perdem pouca água pela transpiração. Registrada em todo o estado, principalmente no sul e sudeste; é composta por cactos, arbustos e árvores de pequeno porte.
  • Cerrado: estende-se nas porções sudoeste e norte do estado; apresenta os característicos arbustos e árvores retorcidas e algumas gramíneas cobrindo o solo.
  • Floresta: encontrada ao longo do Vale do Parnaíba; é composta por palmeiras, principalmente espécies como carnaúba, babaçu e buriti. Essas espécies também podem ser encontradas no cerrado e na mata de cocais.
  • Mata de cocais: vegetação predominante entre a Amazônia e a caatinga, nos estados do Maranhão, Piauí e norte do Tocantins. No Piauí, predominam as palmeiras babaçu e carnaúba, além do buriti.

[editar] Clima

Duas tipologias climáticas ocorrem no estado. A primeira, classificada por Köppen como tropical quente e úmido (Aw); domina a maior parte do território variando entre 25 e 27 °C. As chuvas na área de ocorrência deste clima também são variáveis. Ao sul, indicam cerca de 700mm anuais, mais ao norte a pluviosidade aumenta, atingindo índices próximos a 1.200mm/ano.

O segundo tipo de clima predomina na porção sudeste do estado, sendo classificado como semiárido quente (Bsh). As chuvas ocorrem durante o verão, distribuindo-se irregularmente, alcançando índices de 600mm/ano; pela baixa pluviosidade, a estação seca é prolongada (oito meses mais ou menos) sendo mais drástica no centro da Serra da Ibiapaba. As temperaturas giram na casa dos 24 a 40 °C, tendo seus invernos secos.

[editar] Subdivisões

O Piauí é dividido em quatro mesorregiões e quinze microrregiões.

Mesorregiões
Microrregiões

[editar] População

[editar] Etnias

A história da colonização do Piauí teve bastante influência nas porcentagens étnicas do Estado. Através dos dados, nota-se que a população piauiense é predominantemente mestiça, fruto da miscigenação entre brancos e índios (caboclos). Oficialmente o Estado não apresenta população indígena, apesar de existirem comunidades não reconhecidas que dizem-se descendentes dos índios Tremembés, no litoral do Piauí.

A população negra no Estado apresenta baixa participação, em virtude do tipo de colonização (do interior para o litoral) e das atividades econômicas (pecuária extensiva), fatores que não favoreciam o uso da mão de obra escrava. Ultimamente vem se observando um aumento da participação deste grupo étnico em virtude dos movimentos migratórios.

Cor/Raça Porcentagem
Pardos 63%
Brancos 33%
Negros 3%

Fonte: PNAD (dados obtidos por meio de pesquisa de autodeclaração).

[editar] Símbolos estaduais

[editar] Bandeira

Primeira Bandeira do estado do Piauí.
Atual bandeira do estado do Piauí.

A bandeira do Piauí foi adotada oficialmente através da lei nº 1.050, promulgada em 24 de julho de 1922 e alterada posteriormente pela lei ordinária no 5.507, de 17 de novembro de 2005. Possui as mesmas cores da bandeira do Brasil, o amarelo representa a riqueza mineral e o verde a esperança.

Inscrito dentro do retângulo azul, abaixo da estrela branca, está "13 DE MARÇO DE 1823", dia da Batalha do Jenipapo, que foi introduzida na alteração de 2005.

[editar] Brasão

O brasão do estado do Piauí foi adotado através da lei 1050, promulgada em 24 de julho de 1922.

[editar] Ciência e tecnologia

Apesar do pouco investimento e incentivo do governo nesta área, o Piauí se destaca na área de Tecnologia. Alunos de Ciência da Computação da UFPI lançaram uma distribuição Linux chamada Kuia Linux, que diminuiu em 30% o custo dos computadores adquiridos pela instituição. O Piauí também conta com um serviço gratuito de e-mail, chamado AmoPiauí.

[editar] Economia

A economia do estado é baseada no setor de serviços (comércio), na indústria (química, têxtil, de bebidas), na agricultura (soja, algodão, arroz, cana-de-açúcar, mandioca) e na pecuária extensiva.

Ainda merecem destaque a produção de mel, o caju e o setor terciário em Picos e produção de biodiesel através da mamona em Floriano.

No setor de mineração, a Vale do Rio Doce está em operação no município de Capitão Gervásio Oliveira, onde foi encontrada a segunda maior reserva de níquel do maior reserva de níquel do de pesquisa para verificar a viabilidade de exploração de petróleo e gás natural ao longo do Rio Parnaíba, provavelmente, em Floriano.

No tocante à industrialização, ressalta-se a multinacional Bunge, instalada em Uruçuí para exploração da soja e da empresa de cimento Nassau, em Fronteiras, onde se obtém matéria-prima para sua produção.

A agricultura é forte em Altos (manga) e União (cana-de-açúcar). Há previsão da construção de um porto seco em Teresina e, também, da construção de oito novas usinas hidrelétricas no Piauí, para tornar possível a navegação do Rio Parnaíba e gerar mais energia elétrica.

  • Extrativismo vegetal

Ocorre principalmente nos vales úmidos, onde predominam as matas de babaçu e carnaúba.

Estudos de laboratório sobre a carnaúba demonstraram ser possível a elevado do nível tecnológico de seu aproveitamento, sendo a celulose o derivado de maior potencial para viabilizar a exploração dessa imensa riqueza natural do Estado. A castanha de caju deixou de ser um produto extrativo para se constituir numa cultura desenvolvida em grande escala.

  • Extrativismo mineral

Diversos estudos geológicos demonstram a existência de potencial bastante promissor de exploração mineral. Entre as ocorrências de maior interesse econômico, encontram-se o Mármore, o amianto, as gemas, a ardósia, o níquel, o talco e a vermiculita.


Vale ressaltar que o Piauí á dotado de grandes reservas de águas subterrâneas artesianas e possui a segunda maior jazida de níquel do Brasil, localizada no município de São João do Piauí. Ainda em 2009 foi anunciada a descoberta de uma grande jazida de ferro no município de Paulistana, sendo esta a segunda maior jazida de ferro do mundo. Ferro este que a companhia siderúrgica brasileira tem muito interesse.

  • Pecuária

A pecuária foi a primeira atividade econômica desenvolvida no estado, fazendo parte de sua tradição histórica. O folclore e os costumes regionais derivam em grande parte da atividade pastoril. Entre os rebanhos, destacam-se os caprinos, bovinos, suínos,ovinos e asininos. A Caprinocultura, por sua capacidade de adaptação a condições climáticas inóspitas, tem sido incentivada pelo Governo, proporcionando meio de vida a significantes parcelas da população carente, principalmente nas regiões de Campo Maior e Alto Piauí. No Sul do estado algumas fazendas estão investindo bastante na qualidade genética do rebanho. Podemos citar a cidade de corrente nos sul do estado que possuem fazendas com um rebanho de alta qualidade genética.

  • Agricultura

A agricultura no Piauí desenvolveu-se paralelamente à pecuária, como atividade quase que exclusivamente de subsistência. Posteriormente, adquiriu maior caráter comercial, embora de forma lenta e insuficiente para abastecer o crescente mercado interno do Estado. Entre as culturas tradicionais temporárias sobressaem-se o milho, o feijão, o arroz, a mandioca, o algodão herbáceo, a cana-de-açúcar e a soja. Entre as culturas permanentes, destacam-se a manga, a laranja, castanha-de-caju e o algodão.

O Piauí tem intensificado investimentos em sua agricultura que esta se mecanizando. No sul do estado cidades como Urucuí, Bom Jesus e Ribeiro Gonçalves produzem soja, sorgo, milho e algodão para exportação. O estado é o terceiro maior produtor de grãos do nordeste, devido aos seus cerrados.

[editar] Turismo

[editar] Teresina

Dita "A Rainha do Nordeste", é a única capital nordestina fora do litoral, porém com muitas belezas a serem descobertas para quem chega ao estado do Piauí. Fundada no ano de 1852, foi a primeira capital planejada no Brasil, conhecida como Mesopotâmia do Nordeste por se encontrar entre dois grandes rios. Teresina é uma capital que reune aspectos tanto da Região Nordeste como da Amazônia. A cidade é muito bem projetada e arborizada, conhecida como 'Cidade Verde', e não é a toa, pois Teresina possui vários parques ambientais. O turista encontra no centro de Teresina antigos casarões históricos bem conservados em ruas bem traçadas, e nos bairros mais nobres encontram imensos aranha-céus coloridos e modernos que dão a Teresina um ar de metrópole. Em Teresina pode-se encontrar muitos pontos turisticos como o Encontros dos Rios, o Parque Zoobotânico de Teresina, Pólo Cerâmico do Poty Velho, Central de Artesanato, Ponte Estaiada, Floresta Fóssil, Balneário Curva São Paulo e uma vasta culinária típica que vai da Maria Isabel, passando pelo capote até o caranguejo e a famosa Cajuína. Teresina é também o principal portão de entrada para quem deseja conheçer as belezas naturais do Piauí.

[editar] Litoral

No norte do estado o turismo apresenta-se mais forte por conta do litoral com as suas belas praias e o famoso Delta do Rio Parnaíba, o único delta em mar aberto das Américas. As praias do Piauí atraem turistas do mundo inteiro e principalmente esportistas que aproveitam os fortes ventos da região para a prática de surf e esportes similares. É no litoral do Piauí onde há um importante projeto de proteção ao peixe-boi marinho. Os principais municípios do litoral do estado são Parnaíba e Luís Correia.

[editar] Ecoturismo

Na região centro-norte encontra-se o Parque Ecológico da Cachoeira do Urubu, onde nos primeiros semestres de cada ano a abundância das quedas d'água proporcionam uma paisagem de imensa beleza conhecida como as "cataratas do iguaçu piauiense". Também na região centro-norte do estado encontra-se Cânion do Rio Poti.

Parque Nacional da Serra da Capivara.

Destaca-se ainda, a realização do Festival de Inverno de Pedro II desde 2005. Por ter o clima de montanha, a Suíça Piauiense como é conhecida a cidade de Pedro II são realizadas shows com artistas do blues e do Jazz conhecidos nacionalmente e até internacional. Com jazidas de Opalas (pedra preciosa) o mirante do Gritador (localizada na Serra dos Matões com altitude de 700m), casarões coloniais, trilhas com cachoeiras e artesanatos são atrativos que fazem do Festival de Inverno de Pedro II, um dos maiores eventos do Estado do Piauí.

Parques Nacionais - No sul do estado o forte são os parques nacionais, onde há os mais importantes sítios arqueológicos do Brasil, o Parque Nacional Serra da Capivara, onde numa belíssima paisagem de fauna e flora selvagens há inúmeros vestígios do homem da pré-história e onde fica o Museu do Homem Americano. O parque atrai turistas do mundo inteiro que ficam fascinados com a beleza, magia e mistérios da região. Também há o Parque Nacional de Sete Cidades e o Parque Nacional da Serra das Confusões, este último ainda não liberado a visitações.

[editar] Cultura

[editar] Música

Radiofônicos: Anteriormente denominada Capitão Guapo. Foram 10 anos conhecidos dessa forma. O que antes se relacionava ao nome do herói que representava dois lados de uma mesma moeda, dali em diante teria outra designação: Banda Radiofônicos. O som continua fiel ao que sempre fizeram em suas performances musicais, trazendo para o público as melhores impressões deixadas pelo rock produzido nas décadas de 60 e 70. Lançaram o primeiro disco intitulado ESSE SOM É RADIOFÔNICO.Desde a concepção original(Capitão Guapo), a banda tem como referência musical bandas como Beatles, The Who, além do som da Jovem Guarda, hard rock dos anos 70 e outros artistas também influenciados pelo quarteto de Liverpool como Teenage Fanclub, Todd Rundgren e os gaúchos do TNT. Os rapazes da Banda estão preparando seu segundo disco que deverá ser lançado em 2011 como o nome E AÍ BROTO?!

Vavá Ribeiro: Nascido em Oeiras (PI), Vavá Ribeiro começou a cantar aos 14 anos. Foi um dos finalistas do Festival Canta Nordeste em três edições e também ficou entre os vencedores do festival Cantos do Piauí por mais de uma vez. Com três CDs gravados (Pelos bares da vida, Por essas ruas e Calmaria), o trabalho de Vavá Ribeiro revela a influência de grandes nomes da música popular brasileira, como Chico César, Zeca Baleiro, Lenine e Caetano Veloso.

Grupo Validuaté: O grupo nasceu em União em 1999, com o nome de "Papel di Parede" e hoje já se apresenta em vários pontos do Estado. Foi em 2003 que a banda realmente apareceu mais fortemente, com participação no Festival Chapada do Corisco, conseguindo chegar à fase final com destaque. O mesmo ocorreu nos dois anos seguintes. Com a experiência dos festivais e com um som mais amadurecido, a Validuaté vem tentando se consolidar na cena musical piauiense, com uma música que une elementos regionais e universais, mesclando gêneros como forró, reggae, funk, rock, samba e outros, sem querer se prender a um

Teófilo Lima: Já disseram que ele surpreende pela facilidade de fazer músicas saborosas. E com razão. Ele é um dos grandes nomes da música pop do Piauí e os ritmos regionais como o forró e o baião, latinos e outras sonoridades internacionais, como o reggae e o blues estão presentes no seu trabalho, regado a pegada rock´n roll.Depois do sucesso crescente do primeiro disco, “Teófilo Com Fusão”, a ansiedade pelo segundo álbum do piauiense Teófilo Lima só vinha aumentando. Depois de fincar hits como “Pedra do Sal”, “Beijos e Cacos”, “A Volta do Zorro”, agora é a hora do “Matulão”, seu segundo CD, ser aberto e trabalhado. Teófilo acha que o “Matulão” é semelhante à linha musical do “Com Fusão”, só que “a pitada de rock está um pouco maior dessa vez, um pouco mais agressivo em algumas músicas”, explica.

Vênus (banda) : O Vênus foi uma das primeiras bandas de heavy rock pesado do Norte e Nordeste. A despeito do estilo musical marcado por guitarras elétricas distorcidas, o Vênus (banda) marcou o cenário musical de Teresina, no início da década de 1980, como sendo a primeira banda de heavy metal brasileira a compor letras em Português, com ricas metáforas, dada a necessidade de evitar-se a ação de censores a cargo da ditadura da militar, já na sua fase final, no Brasil da época. As letras da banda, além de política metafórica, abordam temas dissonantes em composições de bandas de heavy metal: racismo e ecologia. Formado em 1982, em Teresina, Piauí, era composto inicilmente por Pincel no baixo, Kinha na bateria, Nenê na guitarra líder e Thyrso Marechal no vocal e na guitarra base.Em Teresina, produziram e tocaram no primeiro festival de rock do estado, denominado Festival Setembro Rock, ao lado de bandas como A Chave do Sol, Megahertz e outras. Por fim, após alcançar reconhecimento com letras em português, longos duetos de guitarra e de ter influenciado o cenário do "heavy metal" nacional, a banda separou-se inesperadamente no final da década de 1980.O Vênus chegou a se reunir em várias apresentações isoladas nos anos de 1988 e 1989, numa última formação contando com o então guitarrista e atual violonista clássico piauense Erisvaldo Borges, que na época chegou a compor algumas faixas com influências de música clássica, na linha do estilo neoclássico de Yngwie Malmsteen, mas que jamais foram gravadas em CDs ou LPs. Tais reuniões não prosseguiram por muito, até a banda se desfazer definitivamente no final do ano de 1989. Tanto o grupo quanto o álbum lançado pela banda aparecem listados numa das mais proeminentes referências enciclopédicas do rock brasileiro até o final dos anos 1980: o ABZ do rock brasileiro, de Marcelo Dolabela.

[editar] Manifestações Folclóricas

O Estado do Piauí é muito rico em manifestações culturais. Como o estado é relativamente grande, havendo vários tipos de clima, vegetação e relevo, é comum a variedade de culturas conforme o local. As manifestações mais comuns no Piauí são: Bumba-Meu-Boi, Cavalo Piancó, Congada, Samba de Cumbuca, Roda de São Gonçalo, Reisado, entre outros.

[editar] Transportes

O Metrô de Teresina foi criado no dia 15 de agosto de 1989, com o objetivo de implantar um transporte de alta capacidade para o aglomerado urbano da Grande Teresina. Os trens são novos e cada um tem capacidade para transportar 800 pessoas. O fluxo médio de movimentação poderá chegar a 30 mil passageiros por dia em 2010, e cada trem possui uma central de ar-condicionado que garante comodidade e conforto aos passageiros. O Metrô de Teresina possui hoje nove estações, e há projetos de implantação de mais duas em 2010. Uma será no bairro São João e a outra na Piçarra. Há planos de se ampliar a extensão do metrô para atender um número cada vez maior de pessoas.

O Aeroporto de Teresina - Senador Petrônio Portella foi inaugurado em 30 de setembro de 1967. Administrado pelo então Ministério da Aeronáutica, o aeroporto foi construído ao norte da capital, numa região situada entre os rios poty e parnaíba. Em fevereiro de 1975, através da Portaria nº 102/GM5, de 23 de dezembro de 1974, o aeroporto, com exceção da atividade de navegação aérea, passou a ser administrado pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária - INFRAERO. Está localizado a cerca de 350 km da costa, sendo o único aeroporto das capitais nordestinas situado fora da área litorânea. Sua localização entretanto, do ponto de vista operacional, tem grande importância estratégica, pois torna-se um aeroporto de ligação das capitais nordestinas com o norte do país. O Aeroporto de Teresina dista três quilômetros e meio do centro da cidade, um percurso de aproximadamente dez minutos de carro. Sua altitude é 67 metros acima do nível do mar, e a temperatura média no entorno aeroportuário é de 30,9 °C. As principais companhias aéreas do país operam em Teresina, como a TAM, Gol e a Azul. Embora grande parte da população teresinense o denomine Aeroporto Santos Dumont, sua denominação oficial era Aeroporto de Teresina, alterada no ano de 2000 para Aeroporto de Teresina/Senador Petrônio Portella, de acordo com a lei nº 9.942, de 22 de dezembro de 1999, em homenagem ao ilustre político piauiense Petrônio Portela Nunes, que foi Prefeito de Teresina, Deputado Estadual, Governador, Senador, Presidente do Congresso Nacional e Ministro da Justiça. O Aeroporto de Teresina/Senador Petrônio Portella passou por pequenas reformas em 1998/1999 - climatização, reordenação da área comercial, ampliação da área de check-in - até a configuração atual, porém sua estrutura já não atende à demanda atual, que já chegou ao dobro de sua capacidade em 2009. A Infraero pretende construir um novo terminal de passageiros nos próximos anos. A pista de pouso e decolagem foi construída na década de 60, com 1800 m x 45 m, ampliada em 1978 para 2.200 m x 45 m. Em 1983 o pátio foi ampliado e reforçado para atender aeronave do tipo Airbus A300. Em 2000/2001 a pista passou por um processo completo de recapeamento, além da construção de uma moderna torre de controle para o aeroporto.

O Aeroporto Internacional de Parnaíba - Prefeito Dr. João Silva Filho está localizado no litoral piauense no município de Parnaíba, a 350 km de Teresina, capital do Piauí. O aeroporto opera voos regionais e nacionais além de receber voos da Europa(Internacionais). Localizado em uma área privilegiada, entre os municípios de Camocim e Jericoacoara, ambos no Ceará, o Delta do Rio Parnaíba, no Piauí, e os Lençóis Maranhenses no Maranhão, o aeroporto é a porta de entrada para uma região em que o turismo tende a crescer. O terminal de passageiros é inspirado na arquitetura modernista do Aeroporto Santos-Dumont, no Rio de Janeiro. A pista de pouso e decolagem, com 2,5 mil metros de comprimento, está preparada para receber vôos internacionais, fretados ou regulares. A Infraero estuda agora dotar o aeroporto da mais moderna infra-estrutura aeroportuária. Nos próximos anos deverão ser realizados investimentos para melhorias no terminal de passageiros, pista, pátio de aeronaves e auxílio à navegação aérea. Com a consolidação de mais uma porta de entrada para o Nordeste, a tendência é atrair turistas e impulsionar a economia da região. Empresas aéreas demonstraram interessem em operar rotas regulares e os operadores em atrair vôos fretados internacionais para o aeroporto. Esta é mais uma opção na moderna infra-estrutura aeroportuária do Nordeste, que conta com 15 portas de entrada administradas pela Infraero, das quais seis são aeroportos internacionais.

[editar] Esportes

O Estádio Governador Alberto Tavares Silva, ou simplesmente Albertão, é um dos maiores estádios de futebol do Nordeste. Inaugurado em 1973, localiza-se na cidade de Teresina. Tinha capacidade para 60.000 torcedores quando inaugurado. Segundo o CNEF (Cadastro Nacional de Estádios de Futebol) de 15/09/2009 tem uma capacidade atual para 44.200 pessoas. Possui uma infraestrutura completa para futebol, atletismo e transmissão de jogos por rádio e TV. Solicitado pelo governo do Estado, representado por Alberto Silva, o projeto foi feito por uma equipe da empresa SEEBLA – Engenharia de Projetos, que tinha firma fora do Estado. Para acompanhar a obra foram convidados alguns arquitetos, residentes em Teresina, portadores de certo status na cidade, como o arquiteto carioca Antônio Luíz, responsável pelas obras modernas mais significativas da capital Piauiense. Com ele estavam também os arquitetos Raul de Lagos Cirne e Francisco Abel de Magalhães Ferreira. O Estádio Albertão tem imensa importância no futebol do estado do Piauí por ser o único estádio de grande porte do estado. É no Albertão onde geralmente ocorre o maior clássico do futebol do estado, o Rivengo (disputa entre River-PI e Flamengo-PI). O Estádio foi reaberto depois de estar fechado por um ano e está passando por reformas. A partida de reabertura do novo Albertão foi entre Flamengo-PI x Vasco-RJ, sendo o Flamengo-PI derrotado por 4x1 para o Vasco-RJ. O público registrado desta partida foi de mais de 25.000 pagantes.


[editar] Ver também

Referências

  1. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 22 de julho 2010.
  2. Estimativas do IBGE para 1º de julho de 2009. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009).
  3. Síntese dos Inidicadores Sociais 2009. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Página visitada em 22 de outubro de 2009.
  4. Ranking do IDH dos estados do Brasil em 2005. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (15 de setembro de 2008). Página visitada em 17 de setembro de 2008.
  5. Excluindo-se a região em litígio com o Ceará, que tem 2 977,4 km²
  6. NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo. Segunda edição. São Paulo: Global, 2005. p. 183
  7. [1]
  8. Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação - FAO
  9. Censo Populacional para 04 de setembro de 2011 (PDF). Censo Populacional 2011. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (04 de setembro de 2011). Página visitada em 04 de setembro de 2011.

[editar] Ligações externas

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